vice e secretários. A lei havia sido votada e aprovada na sessão da Câmara de Vereadores no dia 13 de dezembro.
Em documento encaminhado ao presidente da Câmara, o prefeito cita que há “risco de aumento de despesas', uma vez que o município precisa cumprir o limite de gastos com pessoal.
Portanto, a opção de veto foi a alternativa encontrada pelo gestor para manter o município dentro da regularidade no que diz respeito as contas públicas e manter os funcionários municipais dentro da legalidade e responsbilidade fiscal.
Caso não houvesse o veto, os novos salários dos vereadores, secretários municipais, vice-prefeito e prefeito valeriam a partir de janeiro do próximo ano.
fonte : campo maior em foco
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